Feminazi postou:
"Quem são vocês para chamar uma mulher* de rata por ela dar para 20 ou 30, e para dizerem que ela vale menos por isso? Onde é que vocês assinaram para ter essa autoridade? Quem deu a vocês o direito de dizer isso?"
Masoquista que sou, tive de deixar clara a diferença entre chamar de "rata" e de classificar como promíscua, o que evocou a fúria de Satanazi (O Diabo Feminazi) e tudo culminou no Gatofante, uma espécie de deus sócio-contrutivista. Não seguirei aqui a cronologia correta e não transcreverei palavra por palavra, pois as palavras são encheção de lingüíça e a cronologia, nem a feminazi entendeu.
Vamos lá:
Eu - A mulher tem o direito de ser promíscua, assim como o homem tem o direito de não querer se relacionar com mulheres promíscuas. A única coisa que o sujeito não pode fazer é usar o termo "rata", por ser algo pejorativo, mas ele tem o direito de dizer que uma mulher é promíscua se ela realmente for.
Feminazi - Quem tem autoridade para dizer que uma mulher é promíscua? É você quem vai dizer? Com que direito você decreta isso?
Eu - Ora, não se precisa de autoridade para dizer que um padre é um padre. Promíscua é a pessoa que se entrega facilmente ao sexo, logo, se uma mulher faz isso, ela é promíscua e acabou. A autoridade aqui é a mesma autoridade com a qual eu digo que um gato não é um elefante.
Feminazi - E quem é você para dizer que um gato não é um elefante? Se ele quiser ser um elefante, ele será e pronto! Você não é ninguém para dizer o contrário!
Encerro por aqui, já que eu acredito que meu leitor não terá estômago para ler mais nada depois dessa atrocidade cognitiva.
Ps: E foi assim, meus caros, que surgiu o Gatofante.
*Tem 16 e vive com os pais, mas acha que é mulher.
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